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Implantodontia

Implante dentário depois dos 60 anos: a idade é um impedimento?

Na maioria dos casos, a idade sozinha não impede o implante. O que conta é a saúde geral, o osso e os cuidados que vêm depois.

Ilustração de implante dentário com coroa entre dentes naturais

Na maioria dos casos, a idade sozinha não impede o implante dentário. O que o dentista avalia é a sua saúde geral, a quantidade de osso na região e as condições para cuidar da higiene depois. Muitas pessoas com mais de 60 anos fazem implante quando essas condições estão bem avaliadas.

A seguir, você entende o que pesa de verdade na decisão, por que o seu médico entra na conversa e quais são as opções para quem já usa dentadura. Se você está pesquisando implante dentário em Goiânia para você ou para alguém da família, estas informações ajudam a chegar mais preparado à avaliação.

A idade impede o implante?

O implante é um pino de titânio colocado no osso, que depois recebe uma coroa ou uma prótese. Para dar certo, o osso precisa se integrar ao pino, o que leva em geral de 4 a 6 meses. Esse processo depende das condições do osso e da saúde, e a data de nascimento diz pouco sobre isso.

Na avaliação, o dentista olha para como estão a sua saúde e o seu osso hoje. Uma pessoa de 70 anos com a saúde em dia pode ter condições mais favoráveis do que alguém mais jovem com uma doença descontrolada. Para ver de forma mais ampla quem pode e quem não pode fazer, leia implante dentário: quem pode e quem não pode fazer.

Quais condições de saúde o dentista avalia?

Algumas condições comuns depois dos 60 não impedem o implante, mas precisam estar sob controle e ser conhecidas pelo dentista antes da cirurgia.

  • Diabetes: quando está controlada, em geral não impede o implante. Se a glicemia está alta, a cicatrização pode ser prejudicada, por isso o dentista pode pedir exames recentes antes de marcar a cirurgia.
  • Doenças do coração, pressão alta e outras doenças sistêmicas: são avaliadas junto com o médico que acompanha você, para definir o momento e os cuidados da cirurgia.
  • Remédios para os ossos: quem usa ou já usou medicamentos para osteoporose, como os bifosfonatos, precisa contar isso ao dentista. Esses remédios podem interferir na forma como o osso responde à cirurgia, e o planejamento muda conforme o caso.
  • Tabagismo: o cigarro prejudica a cicatrização e pode atrapalhar a integração do implante ao osso. Conte ao dentista se você fuma, mesmo que pouco.

Leve para a consulta a lista de todos os remédios que você usa, com o nome e a forma de uso. Se tiver exames recentes, leve também. Isso evita surpresas e deixa o planejamento mais seguro.

E se faltar osso?

O implante precisa de osso suficiente. Depois de muitos anos sem um dente, ou de bastante tempo usando dentadura, o osso da região pode estar mais fino ou mais baixo. Essa perda de osso se chama atrofia óssea.

Quando falta osso, pode ser preciso fazer um enxerto antes ou junto com o implante. O exame de imagem mostra quanto osso existe e onde ele está. Para conhecer essa etapa com mais detalhe, veja o tratamento para perda óssea dentária.

Quem já usa dentadura pode fazer implante?

Pode, em muitos casos. Uma das possibilidades é a prótese apoiada em implantes: alguns implantes são colocados no osso e a prótese se prende a eles. Ela pode ser fixa, que você não remove, ou removível, que você tira para limpar, mas que fica presa aos implantes enquanto está na boca.

Quem convive há anos com a dentadura solta ao mastigar ou falar costuma se interessar por essa opção. Qual modelo faz sentido, quantos implantes são necessários e se é preciso enxerto são decisões da avaliação, com base no exame de imagem, na sua mordida e na sua rotina. Para quem já usa prótese, vale ler também sobre a saúde bucal com prótese dentária.

Que cuidados extras a higiene pede?

O implante e a gengiva ao redor dele precisam de limpeza diária, como um dente natural. Com o passar dos anos, algumas pessoas têm mais dificuldade de movimentar as mãos, por artrose ou tremor, e a escovação fica mais trabalhosa.

Na avaliação, conte se você tem alguma dificuldade desse tipo. O dentista pode indicar escova elétrica, escova interdental ou fio passador, e o tipo de prótese pode ser escolhido pensando em facilitar a limpeza. Se um familiar ajuda nos seus cuidados, vale ele participar da conversa.

As revisões periódicas fazem parte do tratamento. Nelas, o dentista confere a gengiva, a prótese e a mordida, e faz a limpeza das áreas mais difíceis de alcançar em casa.

Por que conversar com o seu médico antes?

O médico que acompanha você conhece o seu histórico, os seus exames e os remédios que você toma. Em alguns casos, o dentista pede um relatório ou uma liberação dele antes da cirurgia. Essa troca ajuda a escolher o momento certo e os cuidados antes e depois do procedimento.

Nunca suspenda ou mude um remédio por conta própria por causa do implante. Qualquer ajuste é decidido pelo seu médico, junto com o dentista.

A cirurgia de implante é feita com anestesia local e costuma durar de 1 a 2 horas. Saber disso com antecedência ajuda a organizar o dia, inclusive se você vai querer alguém para acompanhar você na ida e na volta.

Perguntas frequentes

Existe idade máxima para fazer implante dentário?

Não há uma idade máxima fixa. O que decide é a saúde geral, a quantidade de osso e a avaliação feita pelo dentista, muitas vezes junto com o médico que acompanha você.

Quem tem osteoporose pode fazer implante?

Em muitos casos, sim, mas é preciso informar o diagnóstico e os remédios usados para os ossos. O dentista avalia o caso e, quando necessário, conversa com o seu médico antes de planejar.

Preciso parar de tomar algum remédio antes da cirurgia?

Não pare nenhum remédio por conta própria. Se for preciso algum ajuste, ele é decidido pelo seu médico, junto com o dentista.

A recuperação é mais demorada depois dos 60?

Varia de pessoa para pessoa e depende mais da saúde geral, do osso e da complexidade da cirurgia do que da idade. O dentista explica o que esperar no seu caso.

Se você passou dos 60 e quer saber se o implante é possível no seu caso, agende uma avaliação na Expodonto, na Av. Anhanguera, no Setor Central. O exame de imagem é feito na própria clínica, e o plano é conversado com calma, com você e, se quiser, com quem acompanha você. Conheça a Expodonto, dentista no Centro de Goiânia.

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Perguntas frequentes sobre implantes dentários

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Quem pode fazer implante dentário?

A maioria dos adultos que perdeu um ou mais dentes. Na avaliação, o dentista verifica a quantidade de osso e a sua saúde geral. Algumas condições, como diabetes sem controle e tabagismo, pedem cuidados extras.

O implante dói?

A cirurgia é feita com anestesia local, então você não sente dor durante o procedimento. Nos dias seguintes pode haver algum desconforto, controlado com a medicação indicada pelo dentista.

Quanto tempo leva o tratamento?

Depois da cirurgia, o osso precisa de 4 a 6 meses para se integrar ao implante. Só então a prótese definitiva é instalada. Enquanto isso, você pode usar uma prótese provisória.

Quanto custa um implante em Goiânia?

Depende do número de implantes, da necessidade de enxerto e do tipo de prótese. Por isso o orçamento é feito depois da avaliação e dos exames de imagem.

Vou precisar de enxerto ósseo?

Nem sempre. O enxerto é indicado quando o osso não tem volume suficiente para receber o implante. Isso é definido no planejamento, com base nos exames.

Quanto tempo dura um implante?

Com boa higiene e consultas de revisão, o implante pode durar muitos anos. A coroa sobre ele pode precisar de manutenção com o tempo.

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